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Em nome pessoal e como administrador do Blogue dou os parabéns ao Rui Miguel, pela conclusão do seu curso e que tenha os maiores sucessos pessoais e profissionais. Os Pais também merecem uma palavra de apreço pela dedicação e esforço que fizeram para que o seu filho conseguisse realizar o seu projecto de vida.
"No livro Retrato Social de Outeiro Seco no Século XX, escrevi em jeito de conclusão que, entre a primeira e a segunda geração dos outeiro secanos, existem agora licenciados às dezenas ou mesmo às centenas, em todas as áreas, que vão da gestão à saúde, passando pela indústria, pelo ensino e pela investigação, sendo hoje Outeiro Seco, uma terra de referência no concelho de Chaves, e um orgulho de todos os outeiros secanos.
Com desculpas a outros jovens que terão também acabado os seus cursos neste ano, e que desconheço, fica aqui uma referência para o meu sobrinho e afilhado, Rui Miguel, que fez neste último fim-de-semana abençoou a sua pasta, no curso de Engenharia Biotécnica da Universidade do Algarve.
A bênção decorreu no estádio S. Luís em Faro, que teve mais assistência, do que nos tempos em que o Farense recebia neste estádio, o Sporting, Benfica e o Porto.
Está de parabéns o Rui Miguel, mas também os seus pais, Diamantino e Zezinha, que viram assim coroado de êxito o esforço despendido com o investimento no filho. Oxalá consiga obter no país, o sucesso que tanto deseja, e não tenha de ser mais um, a integrar a fuga dos nossos cérebros para o estrangeiro, ainda que com a globalização, passamos cada vez mais a ser cidadãos do mundo, e o futuro passa por onde surja a melhor oportunidade."
Nuno Santos
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Diz-se que de Espanha “nem bom vento nem bom casamento”, eu pessoalmente não estou muito de acordo com este dito, porque tenho um certo encanto por Espanha, talvez por causa das minhas origens galegas.
De igual modo este ditado, também não é considerado por uma comunidade de portugueses e espanhóis, residentes na cidade holandesa de Delft, onde há oito anos consecutivos, organizam em comum um festival de cinema, designado por Festibérico.
O festival tem alguma visibilidade, contando na abertura com a presença dos embaixadores dos dois países, assim como a de realizadores convidados. O Festival dura cerca de uma semana e os filmes passam todos num mesmo cinema, o Filmhuis – Lúmen, uma sala muito simpática e acolhedora.
Este ano tivemos o privilégio de assistir ao encerramento do festival, porque o meu filho que quando viveu em Delft, juntamente com a Rita sua companheira, colaboravam na sua organização.
Apesar de agora viverem em Amesterdão, continuam de certa maneira ligados a este evento, e foram os responsáveis pela vinda do grupo que fez a animação, no último dia do festival.
O grupo designa-se por “Lavoisier”, um nome inspirado no criador da química moderna e responsável pela célebre frase “ Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.
É composto por dois jovens odivelenses, o Roberto e a Patrícia, ele filho de transmontanos de Vinhais, e ela originária da Guarda. Vivem actualmente em Berlim, onde conciliam uma actividade profissional, com um projecto musical inspirado na música tradicional portuguesa. E tal como o químico, também eles transformam temas tradicionais, alguns recolhidos por Giacometi e Fernando Lopes Graça, com sonoridades próprias, muito do agrado do público que os ouve.
Foi o que aconteceu agora em Delft, onde encantaram portugueses, espanhóis e holandeses. Têm actuado em diversos locais da Alemanha, em Copenhaga na Dinamarca. Os Lavoisier já vieram propositadamente da Alemanha a um programa da SIC Mulher, e no próximo dia 20 de Maio, vão estar no Porto na RTP. Durante o mês de Julho vão andar pelo país, com concertos já agendados para Braga, Porto e Lisboa.
Estes dois jovens são um exemplo a juntar a tantos outros, nomeadamente os organizadores do Festibérico, que deixaram o seu país, pese embora não lhes saia do pensamento, quer seja pela sua música, quer pelo seu cinema.
Nuno Santos
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Todos os países têm um dia em que, comemoram e reforçam o espírito de união nacional. O da Holanda é a 30 de Abril, sendo conhecido por “Dia da Rainha” apenas porque a rainha D. Beatriz, comemora o seu aniversário neste dia. Antes o dia da rainha era a 31 de Agosto, quando se comemoravam os anos da rainha sua mãe, Guilhermina (à portuguesa).
Por causa do dia da rainha ser a 30 de Abril, os holandeses perdem o feriado de 1 de Maio, dia do trabalhador, comemorado em quase todo o mundo, mas para os holandeses, era impensável gozarem dois feriados seguidos.
O dia da rainha comemora-se em toda a Holanda, mas o seu apogeu é sem dúvida em Amesterdão, recebendo neste dia meio milhão de visitantes.
Quem ainda não conhece a Holanda e tenha essa possibilidade, aconselho que o façam nesta época do ano. O tempo já costuma estar bom e neste ano, esteve melhor que em Portugal.
Assim, conciliam uma visita à cidade que é linda, com os seus belos canais, muitos museus, os campos das tulipas multicolores, e por fim, assistem ao dia da rainha. Os menos susceptíveis podem ainda fazer uma passagem pelo “Red Light” o Bairro Vermelho, onde as montras estão decoradas para todos os gostos.
Para se ter uma ideia do que é o dia da rainha, é uma espécie de Santos em Chaves, com uma dimensão e espírito totalmente diferente. Também há vendedores nas ruas, só que em vez dos tradicionais feirantes, são pessoas que se querem desfazer de objectos pessoais, desde peças de vestuário em óptimo estado, ao piano de cauda. Todo o mundo anda de copo de cerveja na mão. Há bandas e DJs de cem em cem metros, há grupos de pessoas que se organizam neste dia só para cantar, fazendo sessões gigantes de Karaoke. Pelos canais navegam centenas de barcos, munidos de grandes geleiras com bebidas e instalações em alto som. Neste ano a música mais ouvida foi curiosamente a do brasileiro Michel Teló “Ai se eu te pego”.
Para quem já conhece Amesterdão, a cidade tem agora um novo ponto de interesse. Trata-se de um novo museu dedicado ao cinema, recentemente inaugurado, designado por “Eye”. Fica defronte à estação central dos comboios, e tem uma arquitectura, algo semelhante com a Casa da Música do Porto, ainda que o arquitecto presumo seja o mesmo, mas tem a escola holandesa.
Para quem gosta e pode viajar, não deixem de colocar no vosso roteiro de viagem, esta cidade.
I’am Amsterdam.
Nuno Santos
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O Joaquim a Carla e o Pedro foram dar um passeio cultural à Tunísia e trouxeram-nos algumas imagens que partilham convosco.
Alguns locais visitados:
A Grande Mesquita de Kairouan é a mais antiga mesquita do ocidente e a quarta maior do mundo. Segundo o islamismo, a cidade de Kairouan é o quarto lugar mais sagrado, a seguir a Meca, Medina e Jerusálem. Para os muçulmanos, esta mesquita, construída em 670 a.C., é uma das mais importantes, e a prova é que 7 peregrinações à Grande Mesquita de Kairouan equivalem a 1 peregrinação a Meca.
O coliseu de El Jem
El Jem remonta aos tempos romanos, quando tinha o nome de Thysdrus. Era uma das mais importantes cidades do Norte da África a seguir a Cartago (que actualmente se situa nos arredores da cidade de Tunis). O anfiteatro foi construído em meados do século III d.C. e podia acomodar mais de 35 000 espectadores.
Tendo caído num estado de ruína, os seus blocos foram usados para construir a cidade de El Jem, contribuindo também para a construção da Grande Mesquita de Kairouan, e o anfiteatro foi declarado Património da Humanidade em 1979. Mais recentemente foi usado para filmar algumas cenas do filme "Gladiador".
As famosas cavernas escavadas nas rochas
Matmata: Uma paisagem quase irreal, de aspecto lunar e árido, constituída por cerca de 700 crateras onde os berberes habitam em casas subterrâneas. Foi palco para as filmagens de “A Guerra das Estrelas
Matmata (em árabe: مطماطة) é uma aldeia berbere do sul da Tunísia, famosa pelas suas tradicionais casas trogloditas escavadas na rocha, muitas delas ainda em uso. A aldeia encontra-se a 40 km a sudoeste de Gabès, a capital provincial. Alcandorada no flanco da montanha, a 600 m de altitude, em 2004 tinha cerca de 1 800 habitantes
As casas trogloditas típicas da aldeia são construídas escavando uma caverna numa encosta ou uma grande cova circular (ou poço) no solo. Neste último caso, são escavadas salas em volta do perímetro inferior do poço. Algumas das casas maiores têm vários covas, ligadas por uma espécie de trincheiras
Os Oásis de Chebika, Tamerza e Midès e tivemos que fazer este percurso de Jipe 4x4, foi muito bom.
Chebika, Tamerza e Midès estão entre os mais famosos oásis de montanha na Tunísia. Os três ficam bastante perto da fronteira com a Argélia e perto também de Tozeur (60 km ). A viagem Tozeur/Chebika parece longa porque as estradas são tipicamente de deserto, inclusivé mudando de traçado, algumas vezes, em função dos ventos. Os ventos constroem e destroem dunas, mudando-as de lugar.
No tempo do Império Romano, esses oásis foram utilizados como pontos de observação, porque estavam em lugares altos de onde os romanos podiam comunicar-se com outros postos através de sinais com espelhos.
No meio do nada desértico da Tunísia, encontramos o Oásis de Chebika. Este mini paraíso encontra-se rodeado de palmeiras no qual está uma cascata conhecida pelos tunisinos como "A grande cascata do deserto". Esta bonita fonte de água impressiona, não por ser grande, mas porque está situada em pleno deserto e rodeada por uma beleza de cores que os nativos da zona nos vendem através dos seus tecidos, rosas do deserto, bules, tâmaras...
O Sahara onde andamos de dromedário, uma experiencia muito feliz.
O Deserto do Sahara ocupa cerca de 40% da Tunísia, sendo o maior deserto do mundo, com 10 milhões de quilómetros quadrados de superfície, estendendo-se por outros países do Magreb, tais como Marrocos, a Argélia e a Líbia.
Gabés: Cidade oásis, constitui a porta de entrada para o Sul e para o deserto do Sahara. O seu palmeiral junto ao mar é inesquecível.
Recomenda-se uma visita a estes locais, foi uma experiência única e inesquecível
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Hoje comemora-se a data da revolução militar e popular que nos restitui a liberdade de expressão e de reunião e muitas outras conquistas.
Hoje, questiona-se se os ideais de Abril estão a ser perseguidos e muitas das conquistas consolidadas.
Em liberdade cada um tem direito à sua opinião.
Viva o 25 de Abril... ditadura nunca mais
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Decorreu neste Domingo, a IV Rota das Adegas, uma prova de BTT, em Cantanhede, com a participação de 300 participantes, cujas inscrições esgotaram, em apenas 4 horas.
A prova é organizado pelo Club Urva Bike Team, presidido pelo nosso conterrâneo Rui Pedro Rio Martins, a viver nesta cidade e é com enorme prazer saber que passou pela escola do associativismo da Casa de Cultura de O. Seco.
Fomos dar uma mãozinha a esta ptova, que tem uma filosofia própria, muito apoiada pelas empresas de vinho, champanhe, leitão e doces de Tentugal, que encontraram nesta iniciativa uma forma de divulgação dos seus produtos.
O amigo Nuno e Celeste marcaram presença e depois da realização da 1ª parte da prova, que contou para a classificação a gastronomia foi rainha e nada faltou… a alegria foi bem visível em algumas fotos, mas garantimos que todos beberam com moderação, conforme a organização se fartou de recomendar. Terminou com um almoço de leitão, champanhe e doces de Tentugal e a entrega de prémios por modelos profissionais.
Parabéns à organização que esteve a 100% em todos as áreas e a promessa de dar continuidade a este evento. Sentimos orgulho por saber que os nossos jovens estão espalhados por todos os lados e sempre com elevado sentido de cidadania.
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Estas imagens, como já repararam, vêm dos lados do Roncal, cujos proprietários têm muito orgulho na sua quinta. Para além da produção de todo o tipo de frutos, flores e bichinhos, têm um carinho especial pelo ambiente que dá a todo o conjunto uma vista deslumbrante. Bem hajam pelo carinho com que tratam a natureza. Todos ficamos gratos
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