Quarta-feira, 23 de Junho de 2010

Património vivo e flores bonitas

Passámos junto ao jardim da Srª da Azinheira e ficámos felizes pelo tratamento cuidado e as belas  flores plantadas. A Junta de Freguesia continua a manter em bonito estado,  um dos mais bonitos da nossa localidade. Fica bem a nova plantação de flores que a Câmara M.  Chaves oferece, cada época e o Sr Celestino e a Dª Alcina tão bem tratam. O património aí existente dá um realce aos enfeites e sabe bem admirar um património que estava abandonado, sujeito a vandalismos ou quiçá ir para a mãos alheias e aqui poder ser desfrutado por todos...os museus devem ser vistos e nada melhor que os colocar nos lugares visitados por todos.

sinto-me:
publicado por outeiroseco às 23:01
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17 comentários:
De Anónimo a 24 de Junho de 2010 às 21:04
BOA NOITE!
ESTOU COMPLETAMENTE DE ACORDO COM O QUE O NOSSO ADMINISTRADOR DIZ,SEM DUVIDA QUE O JARDIM DA SENHORA DA AZINHEIRA ESTÁ LINDISSIMO E MUITISSIMO BEM TRATADO,PARABENS Á JUNTA DE FREGUESIA...
POR FALAR EM PARABENS E EM JUNTA DE FREGUESIA QUERO APROVEITAR O NOSSO CANTINHO DA AMIZADE PARA FELICITAR O MEU AMIGO JOAQUIM PIPA PELO ANIVERSÁRIO QUE HOJE FESTEJA!...
DESEJO QUE ESTA DATA SE REPITA POR MUITOS E BONS ANOS CHEIOS DE PAZ,SAÚDE E AMOR...
AMIGO JOAQUIM,DESEJO QUE A VIDA TE POSSA DAR TUDO QUE TU MAIS DESEJAS...
UM ABRAÇO REPLETO DE AMIZADE PARA TI,PARA A CARLA E PARA O PEDRO!

De J.A.S FCP a 24 de Junho de 2010 às 21:30
PEÇO DESCULPA MAS ESTE COMENTÁRIO POR LAPSO MEU SAIU ANÓNIMO, POR ISSO,EM VEZ DE ANÓNIMO LEIAM:J.A.S FCP
De Lurdes a 24 de Junho de 2010 às 19:15
Mas eu nao disse ali em baixo que aqui se parende muitissimo..oh Geno hoje ate eu li os teus textos...welll done brother :-)
Ai que calor ainda e vai dar o sono...Geno quer Dizer que os Italianos ja foram para casa é? Oh BFF nao tens um golo de agua que me des? Tenho a goela seca amiga e aqui a agua ta a sair quente como o caldo.... vou ver ali se encontro ums tostoes pra uma coca-cola ou isso...
De Lurdes a 24 de Junho de 2010 às 19:16
quis dizer aprende...comi umas letritas foi só...
De geno figueiras a 24 de Junho de 2010 às 19:23
u got that right 2 empates uma derrota nao chegou para avancar to the knockout stages!!!!!!!!
De Lurdes a 24 de Junho de 2010 às 20:17
oh Geno antes que me esqueça sabes que o mulher do Leo morreu coitadinha ja estava bem doentinha...utlimamente tinha de levar mt transfusoes de sangue. oh homen vai la trabalhar...

Pessoal grande dia amanha para a nossa Selecçao!
De geno figueiras a 24 de Junho de 2010 às 17:58
Os vestígios presentes na região de Chaves, legados da Pré-História, levam a admitir a existência de actividade humana no Paleolítico. São em grande quantidade os achados provenientes do Neolítico, do Calcolítico de Mairos, Pastoria e de S.Lourenço, dentre outros locais, e das civilizações proto-históricas, nomeadamente nos múltiplos castros situados no alto dos montes que envolvem toda a região do Alto Tâmega.

As legiões romanas que, há dois milénios, conquistaram aquelas terras instalaram-se de essencialmente no vale fértil do Tâmega, exactamente onde hoje se ergue a cidade e, construíram fortificações pela periferia, aproveitando alguns dos castros existentes.

Construíram muralhas protegendo o aglomerado populacional; construíram a majestosa ponte de Trajano; fomentaram o uso das águas quentes mínero-medicinais, implantando balneários Termais; exploraram minérios, filões auríferos e outros recursos naturais. Tal era a importância desse núcleo urbano, que foi elevado à categoria de Município no ano 79 d.C. quando dominava Tito Flávio Vespasiano, o primeiro César da família Flávia. Daqui advém a antiga designação Aquæ Flaviæ da actual cidade de Chaves, bem como o seu gentílico — flaviense.

De geno figueiras a 24 de Junho de 2010 às 18:01
pelos vestígios encontrados que o núcleo e centro cívico da cidade se situava no alto envolvente da área hoje ocupada pela Igreja Matriz. Ainda hoje lembra a traça romana, com o Fórum, o Capitólio e o Decúmanus, que seria a rua Direita. Foi nessa área que foram e ainda são (2006) encontrados os mais relevantes vestígios arqueológicos, expostos no Museu da Região Flaviense, como o caso de uma lápide alusiva a um combate de gladiadores.


O auge da dominação romana verificou-se até ao início do século III, aquando da chegada gradual dos vulgarmente apelidados bárbaros. Eram eles os Suevos, Visigodos e Alanos, provenientes do leste europeu e que puseram termo à colonização romana. As guerras entre Remismundo e Frumário, na disputa do direito ao trono, tiveram como consequência a quase total destruição da cidade, a vitória de Frumário e a prisão de Idácio, notável Bispo de Chaves. O domínio bárbaro durou até que os mouros, oriundos do Norte de África, invadiram a região e venceram Rodrigo, o último monarca visigodo, no início do século VIII.

Com os árabes, também o islamismo invadiu o espaço ocupado pelo cristianismo, o que causou uma azeda querela religiosa e provocou a fuga das populações residentes para as montanhas a noroeste, com inevitáveis destruições. As escaramuças entre mouros e cristãos duraram até ao século XI. A cidade começou por ser reconquistada aos mouros no século IX, por D. Afonso, rei de Leão que a reconstruiu parcialmente. Porém, logo depois, no primeiro quartel do século X, voltou a cair no poder dos mouros, até que no século XI, D. Afonso III, rei de Leão, a resgatou, mandou reconstruir, povoar e cercar novamente de muralhas.

Foi então por volta de 1160 que Chaves integra o país, que já era Portugal, com a participação dos lendários Ruy Lopes e Garcia Lopes, tão intimamente ligados à história da terra.

Pela sua situação fronteiriça, Chaves era vulnerável ao ataque de invasores e como medida de protecção D. Dinis (1279-1325), mandou levantar o castelo e as muralhas que ainda hoje dominam grande parte da cidade e a sua periferia. Cenário de vários episódios bélicos no século XIX celebra a 20 de Setembro de 1837, a Convenção de Chaves, após o combate de Ruivães, que pôs termo à revolta Cartista de 1837, ou revolta dos marechais.

De geno figueiras a 24 de Junho de 2010 às 18:03
a 8 de Julho de 1912 travou-se um combate entre as forças monárquicas de Paiva Couceiro e as do governo republicano, chefiadas pelo coronel Ribeiro de Carvalho, de que resultou o fim da 2ª incursão monárquica. Os intervenientes republicanos desse combate foram homenageados na toponímia de Lisboa, com a designação de uma avenida, a Avenida Defensores de Chaves, entre a Avenida Casal Ribeiro e o Campo Pequeno. A 12 de Março de 1929 Chaves foi elevada à categoria de cidade.
De geno figueiras a 24 de Junho de 2010 às 17:49
boa tarde para todos o leonor chaves foi elevada a categoria de cidade A 12 de Março de 1929.
De Lurdes a 24 de Junho de 2010 às 16:09
Leonor, oh mulher tas ai? a palavra aprendizagem é assim ou assim aprendisagem??? ja nem sei que confusao de grelos....
De Lurdes a 24 de Junho de 2010 às 16:07
Obrigada Nuno pela info. Olhai entao eu ja era nascida nessa epoca...tb ouvi mt vezes dizer o pessoal vou ou venho da vila....o que nao sabia era isso e ate pensava que as pessoas diziam vila porque se ajeitavam mais .... o Blog Outeiro SecoTradiçao e Modernida(é bom sempre chamar as coisas pelo seu nome) nao só é o "cantinho da amizade' mas tb lugar de aprendizagem...aqui já eu aprendi muitissimo o meu mt obrigada a todos que aqui vem e contribuem para tal.

Feliz dia para todos!!! O dia esta lindo :-)
De Nuno Santos a 24 de Junho de 2010 às 12:44
Olá amigos,
A pergunta que a Leonor formula, pode ter duas respostas. Foi no ano de 79 D.C que os romanos elevaram Aquae Flavie a município, razão pela qual no ano de 1979 se comemoraram os 1900 anos do município de Chaves, estando presente o Dr. Mário Soares à época Primeiro Ministro para abrilhantar a festa. A outra resposta é só em 12 de Março de 1929. Curiosamente Chaves que até esteve na consolidação da República, derrotando os monárquicos em 8 de Julho de 1912, só foi discriminada positivamente com a elevação a cidade em 1929, e já num período de agonia da 1ª República ou seja após o golpe do 28 de Maio de 1926.
Ainda me recordo da minha avó paterna, sempre que ia a Chaves dizer - vou à vila.
Cumprimentos.
Nuno
De Lurdes a 24 de Junho de 2010 às 12:36
Ola bom dia/ boa tarde a todos!!! Espero que estejam a ter um dia lindo, aqui o tempo nao podia estar melhor. Post lindo e mt parabens a quem teve a ideia e a quem cuida do local.

Esse pilar da foto # 2 era o que estava na casa dos Moltavoes? Algumas historias tem esse pilarzinho tem mas que fivaram para outra altura.....

Pois entao ficamos por aqui aguardar a resposta do Nuno, pergunta interessante amiga...tou aqui ao lado a espera.
De leonor.moreira a 24 de Junho de 2010 às 10:29
Na desarrumação da minha papelada encontrei uma rferência de 1916 a um senhor Cândido da Cruz Cortiço,natural de Out.Seco e António Gomes de Queiroz,natural da vila de Chaves.
O segundo sei q foi solicitador,mas quanto ao primeiro,será q tem ramos em Out.Seco?
obrigada
leonor.moreira
Ó Nuno,em q ano Chaves passou a cidade?Já soube,mas agora passou-me...
De leonor.moreira a 24 de Junho de 2010 às 10:23
Bom dia amigos!
Alegria aqui no cantinho com a publicação de flores.
Lugar mto bonito spre que o visito quando vou ali ao lado...os meus parabéns à DªAlcina e Sr Celestino que conheço apenas de fotos aqui publicadas.Tb gosto do outro cantinho,aliás é o meu preferido em Out.Seco,a Rotunda do Pai Carvalho.Acho q agora está a amores-perfeitos se não me engano,mas em breve irei verificar.
um bom dia c mta alegria para todos
leonor.moreira

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