Quinta-feira, 5 de Dezembro de 2013

Casario de Outeiro Seco

sinto-me:
publicado por outeiroseco às 19:37
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4 comentários:
De vasco sobreira garcia a 7 de Dezembro de 2013 às 13:44
altino sabes como chegar fundo no coração deste saudoso dessa terra
algumas dessas paredes eu reconheço mas muitas não faço ideia mas há uma muito especial a casa onde nasceram meu pai e minha irmã eu não nasci lá pois fui nascer à casa de saúde do dr. carneiro em chaves
mas na hora que chegou essa casa dei uma pausa e um filme começou a passar pela minha cabeça e a figura da minha mãe é importante mas a de um homem com quem dormi depois de sair do berço é uma marca muito profunda
um homem rijo como o granito dessas casas ou melhor como o granito da montanha como ele falava pois ele era de cimo de vila da castanheira mas mas adorava o termo de outeiro seco
avô fez à poucos dias 45 anos que me deixas-te não era esse o combinado mas a lei da natureza é essa
tudo ficou mais sem ti
mas uma coisa ficou mais fácil
chorar
sim chorar ficou mais fácil
mas não de tristeza e sim de saudade de ter convivido nessa casa com o homem mais espetacular que algum dia conheci
De Nuno Santos a 7 de Dezembro de 2013 às 00:03
Olá amigos,
Corroborando o que escreveu o Manuel Ferrador, Outeiro Seco é o espelho do país, no tocante ao abandono a que está votado o interior.
Há dias ouvi na rádio um especialista em demografia dizer que, desde Viana do Castelo seguindo por Trás-os-Montes, Beiras e Alentejo uma área que representa 75% do território nacional, vivem um milhão e novecentos mil portugueses. Ora como somos dez milhões, os restantes oito milhões vivem em apenas 25% do território. Onde está a coesão nacional? Não será que se teria ganho com a regionalização? pelo menos as ilhas da Madeira e dos Açores ficaram a ganhar.
Um abraço,
Nuno Santos
De Manuel Ferrador a 6 de Dezembro de 2013 às 18:35
Caros Amigos e Amigas
Este retrato que nos é apresentado, demonstra plenamente o que se passa a nível nacional, quer nas nossas aldeias quer nas vilas ou cidades. Foi a família que se desagragou e cujos membros mais jovens, ao optarem por outro tipo de habitação com mais conforto, deixaram de ser os tradicionais ocupantes das casas onde nasceram. Por outro lado, muitos foram forçados, pelas suas vidas de migrantres e emigrantes, a procurar novas aventuras e novas formas de viver longe das suas terras de origem. Nem tudo é mau, só é lamentável que os poderes públicos não tenham sabido criar condições aos jovens para serem eles a manter o que merecia a pena manter. Optaram pelo incentivo à compra de novas habitações em desfavor das já existentes. Descuraram durante décadas o mercado de arrendamento. Ficava e continua a ficar mais barato construir novo que recuperar o antigo. Neste último caso, repito, deveriam ser criados incentivos à recuparação das habitações que ficam desabitadas e cujo fim é o desmoronomanto a curto prazo. Faz pena mas é o que temos.
De Anónimo a 6 de Dezembro de 2013 às 13:54
Lamentável o que nós filhos dessa linda terra fizemos ao legado que, a tanto custo, os nossos pais e avôs nos deixaram.
Um grande abraço para todos os resistentes e que nunca abandonaram o patrimonio.
Agostinho Moura

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