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Outeiro Seco, Tradição e Modernidade

Aldeia transmontana

Outeiro Seco, Tradição e Modernidade

Aldeia transmontana

Património humano

outeiroseco, 05.09.07

Estes são alguns rostos que integram o vasto património de Outeiro Seco.

Herculano Pombo escreveu no recente livro “Um património vivo feito por Mãos Amigas”um episódio que aqui se relata:

...Era uma vez uma mulher que, pelos calorentos dias de S. Barnabé, emparelhava com um afamado segador, pelos gabeleiros fora numa terra de centeio, espicaçada pelo mote contínuo do atador – “Segai, que eu bem ato!” E, quando daquela vez se ergueu a deixar a gabela sobre a do parceiro, vieram-lhe mais fortes as dores, de tal modo soube que tinha chegado a sua hora. Havia nove meses, vinha suplicando à Santa Ana que lhe concedesse uma boa hora. Pariu em casa, com a ajuda das vizinhas que entendiam da arte de botar canalha nova à vida, deu de mamar ao filho e embalou-lhe os primeiros sonhos, mas três dias depois voltava a segar o pão que ele haveria de comer…. Foi apenas mais um dia, nos noventa e nove anos que a tia Maria André passou em Outeiro Seco….”

Aqui se contou um episódio vivido pela tia Maria André (foto com as flores).

Mas tantas outras histórias de vida teriam para contar a tia Bia, o Sr Escaleira, o Sr João Azevedo a Sr Manuel “Gonçalo”, o Sr João Azevedo, que aqui se apresentam.

Quem sabe noutra ocasião e com a ajuda da nova geração esse património possa ainda ser recuperado. Vamos a isso.

 

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