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Outeiro Seco, Tradição e Modernidade

Aldeia transmontana

Outeiro Seco, Tradição e Modernidade

Aldeia transmontana

Uma comunidade humanista

outeiroseco, 19.11.08

São estas pessoas que fazem parte da comunidade e a tornam viva. Alguns são os motores das actividades e que tantas vezes não são conhecidos nem valorizada a sua intervenção. Por isso é com muito prazer que tornamos público esse benfeitoria.
Outros que já deram o seu contributo, desfrutam de uma boa conversa tornando, também, a comunidade mais interactiva e passando o testemunho aos mais jovens da sua experiência de vida.
Todos são importantes quando é preciso levar por diante iniciativas de âmbito popular e abertas a toda a população. Todos continuam a ser bem vindos.

Quem é, quem é?

outeiroseco, 18.11.08

Andou por aí um repórter muito preocupado em registar todos os momentos. Até subiu ao palco para fazer um truque de magia.
Pois quanto sabemos é nosso conterrâneo e deve estar a preparar alguma. Não fosse filho do saudoso Lépido Ferrador, famoso, entre outras peripécias, pelas suas brincadeiras com os mais jovens (quem não se lembra da fábrica do queijo) e irmão do sempre bem disposto Joaquim Ferrador (arbitro dos solteiros/casados e leiloeiro no dia de festa).
 Quanto sabemos está já em pleno gozo da merecida reforma. Donde se pode deduzir que essa veia hereditária possa trazer muitas alegrias a uma sociedade que anda triste, sem aquela alegria de outros tempos e sem um brilhozinho nos olhos.
Pois bem o Blog muito gostaria de poder contar com a prestimosa colaboração deste ser humano, de raras qualidades, que todos reconhecemos e estimamos e cujo contributo para a localidade tem sido valioso. Que tenha muitos anos de vida, com saúde.
Vamos lá pessoal, alegria e muita felicidade para todos.
Enviem-nos fotos ou sugestões de temas.

Capitão Pizarro, intelectual e benfeitor

outeiroseco, 17.11.08

 

 

Hoje o nosso blog ultrapassou os 300 visitantes. Muito, mas muito obrigado a todos. Também quero agradecer a resposta ao apelo feito para comentar os posts. Muito obrigado a eles também. Sinceramente a todos.

Hoje fazemos uma pequena homenagem ao “Capitão Pizarro”, de nome completo Fernando Cantista Pizarro Bravo, pela notável obra “Moedas Transmontanas”, mas porque tem sido um amigo para Outeiro Seco (doou uma parcela do seu terreno no Arco, de 2m de largura por cerca de 250 de comprimento). Para ele os nossos parabéns pela obra e o nosso muito obrigado pela benfeitoria referida.

Um achado numismático em Trás-os-Montes que enriqueceu o Alentejo

A intervenção de fundo do encontro de Coimbra foi feita por Pizarro Bravo, que desenvolveu o tema: "Uma história onde as moedas transmontanas são protagonistas". O coleccionador flaviense abordou achados de moedas romanas, na região de onde é natural, na raia de Espanha, e centrou-se num achado particular, feito por um lavrador, em 1721, no lugar de Lagares, junto da povoação de Outeiro Seco, de «grandíssima cópia de moedas romanas de diversos imperadores» episódio que conta num livro, de sua autoria, edição da Câmara de Chaves. Ora, aquando da saída do livro, que trata de moedas antigas da região, alguém lhe perguntou se o dito achado ali era referido. E porquê? Porque, um estudo de genealogia, da autoria de João Afonso Machado, refere que no dia 8 de Outubro de 1721, um lavrador de Outeiro Seco, António Fernandes Queirós, casa, em Estremoz, com Cecília Maria, que dão origem à família Queirós, de Estremoz e Borba, e deixa a seu filho João António Queirós, uma grande fortuna razão. Por isso, aliás, este ficou conhecido pelo "Moedas" ou João António "Moedas" e a sua riqueza era tanta "que a mediam em arráteis de moedas», dizia-se.
Pizarro Bravo relaciona, então estes dois factos: o achado de moedas de um lavrador de Outeiro Seco, Chaves, em 1721, e o casamento de um lavrador de Outeiro Seco, em Outubro, desse mesmo ano, em Estremoz, «quando seria mais difícil essa deslocação, naquele distante ano de 1721, do que fazer hoje a volta ao mundo» e que esse mesmo lavrador fosse possuidor de uma fortuna em moedas. E conclui que quem teria recolhido o tesouro, em Outeiro Seco, teria sido o António Queirós que, «para se esquivar a maledicências, "atropelos fiscais" e o que mais o importunasse, migrou para o Alentejo, onde garantiu para si e seus descendentes, o estatuto de ricos".

Solar e Quinta dos Montalvões, projectos presente/futuro

outeiroseco, 15.11.08

 

 

Foi público pelo jornal “A Voz de Chaves” que o Solar e Quinta dos Montalvões irão, em breve, ser alvo da execução de um projecto completo com várias valências a saber:
- O Solar dos Montalvões será destinado a múltiplas funções com um único tema “Gastronomia” – A Confraria de Chaves que está a ser formalizada,  tomará conta do edifício, onde haverá um restaurante (explorado por privados), um museu dedicado ao sector da gastronomia e uma sala de exposições;
- A Escola de Enfermagem passa pela transformação em Escola Superior de Saúde. Este projecto está a ser desenvolvido com a colaboração do Instituto Superior de Saúde do Alto Ave (ISAVE). Chaves terá as componentes da saúde e da hotelaria; a completar esta formação universitária haverá um centro tecnológico, composto por 2 ou 3 edifícios adequados à investigação;
- Está previsto a construção de um “hotel geriátrico” com uma unidade de cuidados intensivos;
- A construção do lar para a 3ª idade será uma realidade, via Junta de Freguesia e Associação “Mãos Amigas”, tendo sido já doada uma parcela de terreno.
Este projecto global, que incluiu o campo de futebol e outros espaços recreativos e culturais, terá uma relação como o conceito da euro-cidade Chaves/Verin, com valências de ambos os lados.
Está em vias de ser aprovado o plano de pormenor que prevê as alterações necessárias ao PDM para a concretização deste investimento que muito valorizará a nossa terra e do qual iremos tirar os nossos proveitos.
 

Gente de Outeiro Seco no Parlamento Europeu em Bruxelas

outeiroseco, 13.11.08

 

 

Integrados num grupo da Escola Secundária Fernão de Magalhães, a convite da Srª Deputada Assunção Esteves, duas pessoas da nossa aldeia visitaram o Parlamento Europeu. O professor José Costa e o aluno Carlos Xavier, este pelo mérito em função da realização de um trabalho acerca da Comunidade Europeia. “Agora digam que não vale a pena regressar á escola para a valorização pessoal”. Entre vários trabalhos apresentados foram seleccionados os dez melhores, entre os quais se integrou aquele realizado pelo Carlos Xavier. O professor Costa foi integrado, conjuntamente com o Senhor Presidente da escola na qualidade de membro do júri de selecção.

A comitiva foi composta por doze elementos.

Saíram de manhã muito cedo em direcção ao Porto, onde tomaram o avião para Lisboa. Em Lisboa rumaram a Bruxelas em voo da T.A.P. onde também viajaram alguns deputados ao Parlamento Europeu, que são conhecidas figuras públicas.

Chegados a Bruxelas foram recebidos por uma secretária da Srª deputada que os conduziu ao Hotel. Depois de instalados tiveram o resto do dia para passear pela “baixa” histórica de Bruxelas, onde à noite comeram os típicos - “moles”- mexilhões.

Que saudades do presunto e dos grelos de Outeiro Seco.

No dia seguinte visitaram o Parlamento Europeu onde a Srª deputada, Assunção Esteves os recebeu com a simpatia transmontana, já que ela é natural de Valpaços. Aqui tiveram oportunidade de visitarem as instalações onde através das fotos ficam documentados os vários momentos da visita.

A foto onde se vê o Carlos Xavier com o hemiciclo como retaguarda.

A foto do grupo com a Srª deputada.

Também deu para visitar a cidade de Bruxelas através de autocarro panorâmico e tirar mais algumas fotografias.

Destacam-se duas:

- Aquela junto à velhinha que guarda umas moedas para fazer face ao futuro (foto tirada em frente a uma instituição de mutualidades). Esta foto parece ter plena actualidade.

- A outra é junto do “ Maneken  Piz “, menino a mijar, que penso não ser para os imensos turistas que o visitam. (tem uma história própria que não sei contar).

De regresso a Portugal tiveram no avião a companhia de pessoas importantes da política nacional

(Drª Manuela Ferreira Leite ).

Para terminar pode dizer-se que o balanço foi muito positivo.

Aqui ficam sugestões para o Xavier contar: Chocolates de Bruxelas; Cena do mendigo na estação de Midi, onde não pediu licença para tirar as batatas e a água a um pacato cidadão que estava a comer; e já agora que fale da gastronomia à base de “ervas”, saladas que deixavam saudades de uma boa feijoada à transmontana.

 -Cuidado! a cerveja era boa

O Xavier que conte o resto.

Agradecemos a colaboração do Dr. Costa na publicação deste post.

Pedimos desculpa pelo atraso da sua publicação.

O Brasão do Solar dos Montalvões

outeiroseco, 12.11.08

 

 

Segundo a tradição, esta peça em pedra teria estado numa casa pertencente à família, em
Vila Meã da Raia, a uns 3 km de Vila Frade.
Depois, segundo o Dr. Montalvão Machado, na obra o "Capitão Vila Frade", o  brasão esteve no Solar de Outeiro de Seco e já no século XX foi dali removido e transportado para Lisboa, Carcavelos, para casa da Sra. D. Maria Alda Montalvão Santos Silva que o colocou no seu jardim. Ao que parece esta Senhora tinha também umas colchas coloridas com o brasão.
Segundo a mesmo obra, o significado do Brasão é o seguinte:
- "Tem por timbre um leão rompante, e o escudo está dividido em quatro partes, tendo no 1º quartel  um leão vermelho em fundo azul, atravessado por uma faixa contendo três folhas de lis (Montalvões); no 2º quartel quatro faixas horizontais de ouro, em campo vermelho (Ferreiras); o 3º quartel está dividido em pala: a parte esquerda contém duas espadas de prata, com punhos de ouro (Ximenes)(?) e a 2º contém três flores de lis (Pessanhas)(?), e finalmente o 4º quartel contém cinco conchas de ouro (Velhos).
 

Que se passa?

outeiroseco, 11.11.08

Que se terá passado? Teriam esquecido alguma coisa ou a banda ainda estava longe? Bem não sabemos, mas o Joaquim está a divertir-se com a situação. O Arlindo tenta explicar o problema? Mas que problema? Ajudem a encontrar a solução.

Um pouco de boa disposição para despertar o bom humor que tanto tem andado arredado do pessoal.

Estamos a precisar de novos projectos que tragam alegria à vida difícil que atravessamos. Que vá havendo saúde. Este é o desejo do Blog.

Um abraço amigo aos nossos emigrantes que nos visitam todos os dias. Obrigados pela força.

S. Martinho 2008

outeiroseco, 10.11.08

Aqui se mostram algumas fotos do S. Martinho 2008.

Foi uma organização da Junta de Freguesia, Casa de Cultura e Associação “Mãos Amigas”. Mas para a concretização desta realização foram muitas mãos amigas que nos ajudaram para que fosse do agrado de todos. Muita animação e de qualidade, boa gastronomia e muitos participantes.

Um bem-hajam para todos que ajudaram a fazer esta festa.

 Daremos mais desenvolvimentos.