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Outeiro Seco, Tradição e Modernidade

Aldeia transmontana

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O Órgão para a igreja

outeiroseco, 07.03.12

No último post que escrevi para este blog, referi a importância da renovação de alguns aspectos da vida da nossa aldeia, entre os quais, a do rejuvenescimento do grupo que, habitualmente canta na igreja, ao qual nós chamamos coro, actualmente composto na sua maioria, por pessoas já com bastante idade.

E sobre esse rejuvenescimento, escrevi ainda, que, o coro ficaria ainda mais enriquecido, com a aquisição de um órgão musical, cujo propósito se fala já há algum tempo. Ora, quanto à importância de um órgão numa igreja, comungo convosco esta descrição que, em meu entender, define claramente a sua importância, no âmbito do culto religioso.         

O órgão ocupa um lugar de destaque na Liturgia Cristã quer na igreja católica, quer nas Igrejas Reformadas. Tem por objectivo o enriquecimento do culto através da arte musical. Dá força à oração, ao apoiar e sustentar o texto cantado (passível de ser introduzido e harmonizado pelo organista de imensas formas diferente), como cria uma atmosfera de meditação sobre a Palavra, tocando a solo, numa vertente laudatória, evocativa ou mística”.

É sabido que o facto de eu escrever neste blog, deve-se fundamentalmente à amizade com o seu administrador, ainda que o faça com enorme prazer, quase sempre sobre coisas da nossa terra e da nossa gente. Não busco nada em troca, mas não nego que, sabe bem sentir algum retorno positivo, de alguém que nos lê noutras paragens. E foi o que aconteceu recentemente, quando a minha mãe me informou que, a Henriqueta do Anselmo, fora a sua casa, enviada pelo seu filho Carlos, leitor deste blog na Suíça, pedir-lhe o meu contacto pessoal, por causa do tema tratado no post anterior.

Com efeito, ontem recebi um telefonema do Carlos, directamente da Suíça, informando-me que está na disposição de ceder um órgão musical á igreja, enviando-me até uma fotografia do órgão que, está disponível a ceder.

Informei o Carlos que não sabia se esse órgão era indicado à função, e que a decisão caberia à Comissão Fabriqueira da Igreja, actualmente composta pelo sr. Padre Banha, Alberto Pipa e Jorge Bernardo, para quem reenviei a fotografia, e caso não estivessem já comprometidos com uma hipotética compra, aceitarem ou não a oferta. Eu através do blog, tinha-me limitado apenas a fazer constar essa necessidade.

Da minha parte, agradeço a todos aos conterrâneos que gostam de ler os meus textos, e que de vez em quando me dão esse reforço positivo, ficando a promessa de que, continuarei a levar-lhe estórias da nossa terra e das nossas gentes aonde quer que se encontrem, enquanto o seu administrador quiser claro está.

Um abraço do tamanho do mundo,

Nuno Santos      

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